Quatro mãos: O amor como obra de arte

Quando inicia um relacionamento, o amor começa a surgir, mas cresce aos poucos, como uma obra de arte muito frágil, moldada pelo casal a quatro mãos.
Imaginemos um vaso de argila que vai criando forma…

Cada ação provoca uma reação e, assim, a escultura desse amor vai surgindo. Ela pode ser bela, elaborada e feita com esmero, ou pode se tornar disforme e sem cuidado.

É uma obra necessária para ambos. Mesmo que não percebam, a argila continua girando e precisa do amparo das mãos. Perfeita ou não, a escultura só existe enquanto houver relacionamento.

 A importância do equilíbrio

Quando um homem e uma mulher resolvem iniciar um relacionamento e desejam que o amor seja o pilar de sustentação, é necessário estarem atentos para não exagerarem na velocidade, na rigidez de opiniões ou atitudes.

Existe aquela famosa frase:
**“Eu sou assim mesmo e ele(a) tem que me aceitar do jeito que sou, ou está fora.”**
Essa postura mostra que a pessoa não deseja mudar, nem melhorar, e ainda exige que o(a) parceiro(a) a aceite incondicionalmente. Essa concepção acaba com a possibilidade de crescimento de ambos.

Muitas vezes, esse é o passaporte para a solidão. Pode ser orgulho, necessidade de autoafirmação ou feridas emocionais. O fato é que se cria um paradigma que limita o amor.

É triste ouvir alguém desistir de amar para não ter que mudar algo tão pequeno em sua vida, algo que não causaria frustrações futuras. Estamos falando de pequenas mudanças, velhos hábitos que não servem para nada e que poderiam melhorar a vida a dois.

Com certeza, a falta de amor causa frustração.

A vida é mutável, como a argila

Todo ser humano pode aprender com o comportamento. A vida é mutável e nós também somos.

O medo de expor as emoções e de errar na escolha leva homens e mulheres a caminhos distintos: eles com os obstáculos da visão masculina, elas com as dificuldades próprias da visão feminina.

 Mulheres “tudo ou nada”

A mulher com esse comportamento muitas vezes destrói qualquer possibilidade de um relacionamento saudável. Assim que conhece um pretendente, já quer tudo às claras, exigindo e falando de uma só vez. Ela quer um homem perfeito.

Se o homem não estiver preparado para enfrentar tanta franqueza, pior para ele. Essas mulheres exigem o amor completo de imediato, querem saber tudo antes mesmo de expor o coração. Não percebem que a argila precisa das quatro mãos para moldar bons resultados.

Atitudes como franqueza, sinceridade e objetividade funcionam nos negócios e na vida profissional. Mas, no início de um relacionamento, essa rigidez dificulta a construção do amor. Muitas vezes, a mulher diz que prefere ficar só a ter que ceder ou agradar um homem.

No fundo, essa mulher também deseja ser amada. Por baixo da casca dura, existe uma pessoa frágil, com medo de amar, que usa a frieza como escudo. Ela quer a intimidade emocional de um casal, mas não tem paciência para “modelar o vaso”. Deseja que o homem venha pronto, quase adivinhando seus pensamentos e realizando seus sonhos.

Infelizmente, essa crença pode vir das histórias de príncipes e princesas ouvidas na infância.

Homens “tudo ou nada”

Homens também podem agir assim. Quando estão com medo de amar, desejam uma companheira perfeita.

**“Se for pra amar, tem que ser uma mulher perfeita.”**

Além disso, acreditam que devem reconhecê-la à primeira vista. Não querem “amassar o barro”, construir algo profundo ou se entregar ao processo. Esperam que o relacionamento venha pronto e imutável.

Na primeira dificuldade, esse homem tende a não aguentar a pressão e prefere partir para outra. Sempre em dúvida sobre o que sente, acaba acreditando que encontrará alguém melhor. Ao perceber que a parceira também tem defeitos, decide buscar a “perfeita”.

Mas pessoas perfeitas não existem. Cada um traz qualidades e imperfeições.

A escolha é sempre emocional, e apenas o convívio possibilita a percepção real do par.

Dica: construindo o amor a quatro mãos

* Dê tempo ao tempo.
* Encontrem-se e descubram-se pouco a pouco.
* Construam juntos esse vaso único e maravilhoso que enche a vida de cor.

O desenvolvimento do amor requer convivência, paciência e a disposição de aprender e refazer.
Na escultura do amor, as mãos ficam marcadas pela argila da vida. O amor se impregna aos poucos, moldando-se em par.

O amor é real. Ele é a obra de arte ímpar da emoção.

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