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Em busca do seu Par... |
S.O.S. Solidão
Por quê nos dias de hoje ficou
tão difícil encontrar um companheiro ou uma companheira?
No passado era diferente, bastava olhar nos olhos para acontecer
uma faísca: "O amor a primeira vista", naquela época as
intenções eram mais claras, as mulheres ficavam esperando este
acontecimento, predispostas, porque elas eram criadas somente
para o casamento, onde acreditavam e se sentiam pressionadas.
O que importava era que o homem a respeitasse, que fosse
trabalhador, sem vícios, um bom provedor. Exigências mais
simples. Este era o modelo de união predominante. Nesses
casamentos não existiam carinhos nem trocas, pouca ou quase
nenhuma comunicação. Muitas vezes um pesadelo, a mulher por
condições precárias para a sobrevivência (sem estudo, sem
habilidades profissionais), os preceitos sociais, aceitava as
condições onde convivia para a criação dos filhos.
Os abastados faziam os casamentos arranjados com os parceiros
comercias (com ricos dotes) se fortalecendo nos negócios. Assim
a vida passava, seres infelizes, ela sem dar amor e ele
distante, frio e sem nenhum romantismo.
Não havia uma parceria, este tipo de relacionamento trouxe nos
filhos o medo de viver em uma condição tão miserável de amor.
A revolução sexual causou um deslumbramento em homens e
mulheres, mas ao invés de se libertarem, caíram em armadilhas;
sentiram-se mais descrentes e com maior medo. A aventura do sexo
fez distanciar a intimidade. Naquele período as pessoas pensavam
que o bom era oferecer-se a todos, porque todos se ofereciam. Se
o sexo fosse ou pudesse somente ser diversão ou prazer esse
comportamento não teria sido tão destruidor.
Antes era mais fácil, mais simples, eram dois tipos de mulheres,
umas para diversão, outras para casamento. Hoje os homens ficam
confusos e não confiam em mulheres fáceis demais, tem a sensação
que aquela é apenas mais uma mulher para a diversão. Como disse
Maria Helena Matarazzo: "Já se fala, atualmente que a revolução
sexual foi uma encruzilhada de ilusões perdidas.
Por isso, aquela ânsia, aquela sede de liberdade a qualquer
preço está dando lugar a uma aproximação mais lenta, porque
sabemos agora que a sexualidade separada do amor cria suas
próprias armadilhas". A sorte é que nem todas as mulheres caíram
nesta armadilha, do sexo fácil, desta liberdade sexual. Elas
sabem que é demorado conhecermos alguém e para amar leva um
tempo maior.
Mas as coisas estão complicadas para as solteiras, porque entre
conhecer e namorar tem sexo no caminho, então começaram as
histórias de amor de poucos dias ou poucas horas. S.O.S.
Sherazade venha ensinar para as mulheres do século vinte e um os
segredos das mil e uma noites.
Onde está a oportunidade de encontrar um par, sem ter que se
expor "aos pacotes", dar a cara para bater e o coração para
correr um risco danado? Ah! Se as pessoas viessem com um manual
de instruções pendurado no pescoço para que primeiro pudessem
ler e depois se envolver, abrindo as portas do coração.
O mundo evoluiu, os filhos estão diante de um mundo que caminha
em direção da igualdade sexual, as mulheres estão mostrando suas
habilidades e sendo também provedoras, portanto não se submetem
ao marido como suas avós. Homens e mulheres estão mais exigentes
querendo viver ao lado de alguém para ser e fazer feliz, para
ser bom, saudável, amigos e companheiros porque assim é que vale
a pena viver um casamento.
Ansiando por relacionamentos profundos e permanentes, agência de
namoro é uma saída contemporânea de aproximação de pessoas,
porque supre para os interessados algumas etapas da aproximação,
delineando o perfil, apresentando pessoas de mesmo nível
sócio-econômico e cultural, facilitando a transpor barreiras;
auxiliam a diminuir a distância que se forma entre um e outro.
Encontrar um amor é como procurar uma agulha em um palheiro,
temos um imã, assim fica mais simples. É mais fácil a busca
quando um sabe o que o outro procura, onde poucas diferenças
servirão para o crescimento de ambos.
Um dia quando a vida estiver com uma mala recheada de bons
momentos de amor, um possa dizer ao outro:
-Que bom, eu te encontrei!
André Carvalho e Roseli S. Carvalho
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