Dani e Ju

olho        olhohomem

Eles se inscreveram na agência cada um em época diferente, porém eram da mesma cidade.
Algumas tentativas que não tiveram sucesso e dois anos após a inscrição dela, apresentamos os dois. Quando ela viu a foto dele, gostou no primeiro instante, já respondeu sim e disse que aquele rosto lhe parecia familiar. Que ele lembrava alguém que ela não sabia quem. Ele ao ver a foto dela admirou a sua beleza e encantado respondeu sim para aquele perfil. Vibramos com as duas respostas positivas. E colocamos os dois em contato. Eles conversaram bastante pelo telefone e perceberam que tinham muito em comum, que vários gostos batiam, nas músicas, lugares, filmes e até o mesmo time de futebol.
O que ela me contou que aconteceu no encontro?
Para o primeiro encontro ela achou melhor ir com o carro dela ate o restaurante combinado para o jantar com ele. Cada um foi com o seu carro, jantaram, conversaram bastante até a madrugada, se despediram ele a acompanhou até o carro dela e ficaram de se comunicar no dia seguinte, ela adorou a companhia dele e vice versa. Para ir embora para casa ela pegou uma avenida, parou no sinal vermelho, viu um carro se aproximando e ele parou ao seu lado, era ele e ela achou bonitinho a atitude dele. Continuou o seu trajeto, mais na frente ele parou de novo ao seu lado, em outro semáforo, e assim foi nos próximos semáforos e nos cruzamentos com as ruas preferenciais. Então ela pensou que ele estivesse seguindo ela para saber onde morava, informação que não havia sido passado para ele. Mas ficou tranquila, pois sabia que antes de apresentar este pretendente a Agência Par sabia que ele era idôneo e de bom caráter. Mas achou um pouco estranho este comportamento dele e começou a se sentir um pouquinho invadida, pensou: - ``Esse cara parece louco, nem o conheci direito e ele já está controlando, me seguindo!! Já esta pegando no meu pé! O que será que ele quer? Seria gentileza ou falta de educação? Cavalheirismo ou machismo?``A atração inicial começou a se transformar em outros sentimentos não tão agradáveis. E ela começou a se preocupar quando ela virou na rua em que morava e ele virou também. Ela parou na frente da garagem para esperar o portão abrir e ele diminuiu a velocidade e passou bem devagarzinho atrás do carro dela esperando ela entrar, deu um toquinho leve na buzina e foi embora. No dia seguinte ele telefonou para ela dizendo: Penso em você desde ontem e queria te ligar, mas achei que fosse tarde quando voltamos para te contar algo incrível: Você acredita que moramos na mesma rua a apenas dois quarteirões de distância? Ela sorriu muito, aliviada, pois tinha gostado muito dele.
Deu certo o namoro, casaram três anos depois deste dia.
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